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Discursos do Corpo na Arte - VOL II

Versão Impressa

Disponível: Em estoque

R$45,00

Descrição Rápida

O corpo como poesia. O corpo como monstruosidade.
O corpo como imagem cênica. O corpo como processo.
O corpo como contemporaneidade. O corpo como poética da diferença.
O corpo como prática artística. O corpo como performance.
O corpo como (anti)teatralidade. O corpo como língua.
O corpo como vivência no mundo.
O corpo e suas metáforas têm perpassado a história do Ocidente a partir de um
olhar nem sempre dignificante ou elogioso. Para além da arte, o corpo tem sido
também o espaço do tabu, da proibição, da condenação. No século XX, a
retomada ou a própria criação – ainda não o sabemos – dos estudos dedicados ao
corpo tem recebido a atenção de artistas e pesquisadores, tendo por único
elemento comum a leitura multidisciplinar. Neste segundo volume de
Discursos do Corpo na Arte, os autores abaixo refletem sobre tudo aquilo que o
corpo – seja ele artístico, histórico, pedagógico ou lúdico – tem a dizer.

Mais Imagens

Detalhes

O corpo na arte: a corporeidade na poesia de Dickinson como sendo uma afirmação da voz poética feminina. Uma análise fundamentada nas estratégias poéticas que envolvem, por um lado, a derrisão da autoridade masculina e a consequente afirmação da voz poética feminina. A esfinge na pintura de Franz Stuck trás para o centro da discussão a figura do feminino e sua representação, o enigma feminino menos maternal e mais sexual. A presença e a ausência da mulher na performance de Shakespeare em Portugal. Uma jornada de um grupo de dez atores em estados criativos. O über-marionette como uma metáfora mobilizadora do desejo de eclodir um novo ator, com maior controle sobre seu corpo e movimentos, um projeto de Craig de refundação do teatro como uma nova arte, a 'arte do movimento'. Uma bailarina expõe sua trajetória após ter sofrido um AVC mantendo a dança como o centro da sua existência: reconhecimento e aceitação do novo corpo, crise que se transforma em oportunidades. Uma praticienne expõe a sua relação com a prática pedagógica e artística no âmbito acadêmico universitário brasileiro e de como para isso foi determinante a sua formação artística na década de 70. O corpo e a corporeidade cênica tratados com bases nos expoentes segundo os pressupostos schechnerianos e os estudos da presença. A fragmentação do corpo que se dá não para que ele seja negado, mas antes para que seja trazido de volta à vida por meio de cada uma das partes que o compõem. A língua de sinais em intersecção com a dança. Desde o corpo: pensamento de dança permeado por uma compreensão somática do corpo e do movimento. Uma artista torna experiência em texto e abre o seu processo de trabalho. A dança como instrumento de poder para estar no mundo. Esses são os temas apresentados no segundo volume de Discursos do Corpo na Arte, coletânea que encerra reflexões relevantes sobre arte, corpo e cultura. Graziela Rodrigues UNICAMP

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Título Discursos do Corpo na Arte - VOL II
Subtítulo Não
Autor(es) Enéias Farias Tavares, Gisela Reis Biancalana e Mariane Magno (Orgs.)
Editora/Selo Editora UFSM
Assunto Principal corpo como poesia/monstruosidade/imagem cênica/processo/contemporaneidade/poética da diferença/língua/vivencia no mundo
Assunto Secundário reflexão sobre tudo aquilo que o corpo - seja ele artístico, histórico,pedagógico ou lúdico - tem a dizer.
Origem do Livro (Nacional/Importado) Nacional
Coleção Sim
Número de Páginas 344 Pág.
Número da Edição 1
Ano da Edição 2017
ISBN 9788573912753
Código de Barras 9788573912753
Faixa Etária Graduação e Pós Graduação
Idioma Português
Número do Volume ou Tomo II
Classificação Fiscal (ncm) 49019900

O corpo na Poesia de Emily Dickinson (Alcides Cardoso dos Santos)

O corpo feminino e seus enigmas: a esfinge na pintura de Franz Stuck (Enéias Farias Tavares)

O corpo presente: feminismo e performance de Shakespeare em Portugal (Francesca Rayner)

Um movimento espiralado sobre o processo criativo do espetáculo matrimônio de céu e inferno (Mariane Magno)

A relação entre atores e screens no teatro de Gordon Craig: um legado à contemporaneidade (Luiz Fernando Ramos)

De volta à cena após um acidente vascular cerebral: em busca de uma poética da diferença (silvia Susana Wolf)

Aventuras na academia: reflexões sobre uma prática artística/pedagógica (Inês Alcaraz Marocco)

O corpo-arte performativo na contemporaneidade (Gisela Reis Biancalana)

Claro/escuro: (anti) teatralidades contemporâneas (Arthur Belloni)

Quando o corpo discorre em dança, qual a língua? (Tatiana Wonsik Recompenza Joseph)

Eu tenho um corpo, eu sou um corpo: experiências com abordagens somáticas do movimento no bacharelado em dança (Heloisa Gravina)

Das memórias inscritas no corpo (Marcia Strazzacappa)

Sobre os autores