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O Abraço de Amor de Kahlo, Estrada, Zenil e eu

O livro tece uma genealogia matricial entre esses artistas a partir da performatividade do corpo e seus processos criativos.
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Descrição
Três homens engravidados por Frida Kahlo é a (im)provável e potente metáfora que possibilita refletir sobre a (pro)criação dessa artista e questionar o ensimesmamento que tem despolitizado seu trabalho artístico. A perspectiva de que o pessoal é político atravessa este estudo, destacando a autobiografia, o corpo e o contexto sociocultural como as bases primordiais da arte. Enlaçados ao trabalho artístico-investigativo do autor, esses artistas, temas e posições políticas constroem uma bricolagem entre cultura visual, artes visuais, dança contemporânea e performance para pensar-fazer a arte como luta em nossa América Latina colonizada, explorada, mas também valente, exuberante e, se quiser, revolucionária.
Informação Adicional
Título O Abraço de Amor de Kahlo, Estrada, Zenil e eu
Subtítulo Uma genealogia matricial a partir do corpo performativo
Autor(es) Odailso Berté
Editora/Selo Editora UFSM e Universidad Iberoamericana Ciudad de México
Assunto Principal Arte, Dança, Frida Kahlo, Arturo Estrada, Nahum B. Zenil, Corpo performativo
Assunto Secundário Não
Origem do Livro Nacional
Coleção Não
Número de Páginas 304 págs.
Número da Edição
Ano da Edição 2020
ISBN 9788573913453
Código de Barras 9788573913453
Faixa Etária Graduação, Pós-Graduação e outros.
Idioma Português
Número do Volume ou Tomo Único
Classificação Fiscal (NCM) 49019900
Sumário

Prefácio

 

Engravidados por Frida Kahlo

 

CAPÍTULO I - A MATRICIALIDADE: A (PRO)CRIAÇÃO DE FRIDA KAHLO

A matriz como espaço-fronteiriço

A fascinação: um afeto exigente

O feminino e o olhar matricial

Metramorfose e copoiesis

A copoiesis de Frida Kahlo

Os processos criativos a partir da matricialidade

 

CAPÍTULO II - FRIDA KAHLO

O ensimesmamento que despolitiza

“Pinto minha própria realidade”

Viva la Frida ou viva la vida? Eis a questão...

“O pessoal é político”

O que pode o corpo? A performatividade de Frida Kahlo

O feminino e o fator drag em Frida Kahlo

Outros corpos que importam

A performance de Frida Kahlo: alegoria real do México doloroso

Não ser Frida, nem não ser Frida, mas devir Frida

 

CAPÍTULO III - ARTURO ESTRADA

Los Fridos e a arte pós-revolucionária

A formação artística e a paixão pelo México

A pedagogia da convivência

Ser artista quando a arte pública estava na moda

O pessoal e o momento histórico no processo criativo

Referências do feminino na criação de Estrada

O corpo e a criação artística

Enlaces-fronteiriços entre os autorretratos de Kahlo e Estrada

Entre frutas e corpos, o cotidiano que assombra

A ausente presença da professora Frida Kahlo

 

CAPÍTULO IV - NAHUM B. ZENIL

O neomexicanismo e o resgate de Frida Kahlo

Entre recordações e imagens, a formação e a docência

Um corpo coletivo

O corpo: pátria e dor, animal e vegetal

Outras sexualidades legítimas

O fator drag: profanação e reiconificação

Frida Kahlo: um mundo em comum ao seu

Interpretando a si mesmo na imagem

De imagens e surpresas, os processos criativos

Performance: da imagem à ação

 

CAPÍTULO V - ODAILSO BERTÉ

Frida no mundo do espetáculo

Frida Kahlo na dança-teatro de Johann Kresnik

Processo criativo e autobiografia

Vieja Infancia... Do retorno a mim mesmo rumo a uma dança performativa

CuerpoMural... Entre coisa e ação, meio e mensagem

La Patria es un Fantasma... Romper com o ícone

Tú, él, nosotros tres

 

O abraço de amor

 

Bibliografia

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